Isso mesmo que você leu, o Nanoreisen(Site em Inglês) é um site super interessante, ele te guia numa viagem para dentro de um átomo, até as particulas elementares, onde o tamanho chega à ser 10^-15 (Dez elevado à menos Quinze) de um centímetro, medidas suuuper pequenas.
Você escole um dos objetos no início, e ele vai dando um 'zoom' até a escala atômica. Eu escolhi o Notebook, daí foi pro processador, os nanotransistores, daí em diante, até os Quarks (Down e Up), Glúons e etc.
Vale a pena entrar, principalmente se você é professor e da aula de física.
Vale lembrar, que existe uma apresentação em Flash no blog Naftalina Tech! onde mostra a escala do universo, desde o que há de menor ao que há de maior no universo, vale a pena ver!
Veja um print que fiz:
Post Original no blog Quanticalizando
Saiba o que é o Movimento Browniano
26 de maio de 2010
| Robert Brown, cujo nome batizou o fenômeno. |
O nome que homenageia o botânico escocês Robert Brown. Em 1827, Brown observou e descreveu esse tipo de movimento irregular executado por pequenos grãos de pólen de flores suspensos em água. Foi uma observação singela e aparentemente trivial mas, com o desenrolar dos acontecimentos, revelou-se de extrema importância, resolvendo uma longa disputa sobre a existência de átomos e moléculas. A partir do relato de Brown, vários trabalhos foram apresentados sobre esse curioso movimento, culminando com um artigo publicado, em 1905, pelo então desconhecido Albert Einstein.
Também pode ser observado quando luz é incidida em lugares muito secos, onde macropartículas "flutuam" em movimentos aleatórios. (Vulgarmente confunde-se com poeira)
Uma metáfora intuitiva para o movimento Browniano
Considere um grande balão de 10 metros de diâmetro. Imagine este balão em um estádio de futebol ou qualquer outra área lotada. O balão é tão grande que ele permanece acima de muitos membros da multidão. Como eles estão excitados, estes fãs acertam o balão em diferentes tempos e em diferentes direções com movimentos completamente aleatórios. No fim, o balão é empurrado em direções aleatórias, então ele não se move na média. Considere agora a força exercida em um certo tempo. Nós podemos ter 20 pessoas empurrando para a direita e 21 para a esquerda, onde cada pessoa está exercendo quantidades de força equivalente. Neste caso, as forças exercidas do lado esquerdo e do lado direito não estão balanceadas, favorecendo o lado esquerdo; o balão deve se mover ligeiramente para a esquerda. Esta desproporção existe o tempo todo, e isso causa o movimento aleatório. Se nós olharmos esta situação de cima, então nós não podemos ver as pessoas, nós vemos o grande balão como um pequeno objeto animado por movimentos erráticos. Agora retornando à partícula de pólen de Brown nadando aleatoriamente na água. Uma molécula de água tem aproximadamente 1 nm, enquanto a partícula de pólen mede aproximadamente 1 µm de diâmetro, 1000 vezes maior que uma molécula de água. Então, a partícula de pólen pode ser considerada como um grande balão sendo empurrado constantemente pelas moléculas de água. O movimento Browniano das partículas em um líquido se deve a desproporcionalidades instantâneas nas forças exercidas pelas pequenas moléculas líquidas na partícula.Durante o século XIX cresceram as evidências da existência dos átomos, porém faltava "vê-los" e pesá-los.
Somente o Movimento Browniano permitiu "ver" os átomos.
A figura ao lado mostra o movimento browniano de uma partícula.
(Fontes: Wikipédia, Editora Moderna e SEARA DA CIÊNCIA)
E não esqueçam, amanhã tem post especial sobre Albert Einstein, o grande gênio do século XX e sobre suas implicações para a Física Moderna.
Ciêntistas dão nó na luz
21 de janeiro de 2010
Amarrando a luz
Cientistas conseguiram pela primeira vez dar um nó na luz. E não um nó em uma fibra óptica ou qualquer meio por onde a luz esteja passando, mas um nó em um feixe livre e puro de luz.
A proeza parece mais notável em razão do senso comum de que a luz sempre viaja em linha reta. De fato é isso o que acontece na maior parte das vezes. Mas frequentemente não significa sempre.
"Em um raio de luz, o fluxo de luz que viaja através do espaço é semelhante ao fluxo da água que flui em um rio. Embora ela frequentemente flua em uma linha reta - saindo de uma lanterna, de uma fonte de laser etc. - a luz também pode fluir em turbilhões e redemoinhos, formando estruturas no espaço chamadas vórtices ópticos," explica o Dr. Mark Dennis.












