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Saiba mais sobre a história de 'Einstein'

29 de maio de 2010

Olá, como prometido na matéria sobre Movimento Browniano, uma das coisas estudadas por Albert Einstein (14/03/1879 - 18/04/1955), nasceu na cidade de Ulm, na Alemanha, filho de um comerciante judeu, Hermann Einstein e Pauline Koch, Einstein foi exemplo de gênio para a maioria, não foi lá daqueles estudantes 'perfeitos', tinha suas matérias preferidas e outras nem tanto, ele foi um grande pacifista e o maior físico que a humanidade já teve.
Einstein era curioso, fazia situações que ele mesmo chamava de 'Experiências Mentais', e tratava de desvendá-las, solucionando, assim, questões complicadas que envolviam o funcionamento do universo. Ele fazia várias perguntas sobre o funcionamento do mundo, algumas delas o acompanharam durante grande parte de sua vida e foram motivadoras para suas buscas científicas. Mesmo quando são questões muito difíceis de serem respondidas, elas revelam assuntos que o interessavam e o preocupavam. Veja algumas delas:
1. O que observaríamos se pudéssemos correr lado a lado com um raio de luz?
2. Por que, quando levantamos uma pedra e depois a largamos, ela cai por terra?
3. Como evitar as guerras?

E daí por diante. Einstein foi um grande Viajante, seja para morar, seja para ministrar palestras. Einstein já teve cidadania:
Alemanha Alemã (1879 — 1896, 1914 — 1933)
Albert Einstein em 1921
Flag of None.svg Sem nacionalidade (1896 — 1901)
Suíça Suíça (1901 — 1955)
Áustria Austríaca (1911 — 1912)
Estados Unidos Americana (1940 — 1955)
 Como muitos não sabem, Einstein ganhou o prêmio Nobel de Física em 1921, mas não pela Teoria da Relatividade e sim pela perfeita explicação do Efeito Fotoelétrico e da Luz como um Quanta, contradizendo a teoria ondulatória da luz subjacente às equações de Maxwell.
Mesmo depois das experiências terem demonstrado que as equações de Einstein para o efeito fotoeléctrico eram exatas, a explicação proposta por ele não foi aceita. Em 1921, quando recebeu o prêmio Nobel pelo seu trabalho sobre o efeito fotoelétrico, a maior parte dos físicos ainda pensava que as equações estavam correctas, mas que a ideia de quanta de luz seria impossível.
Einstein tentou entrar para a universidade com 16 anos, mas foi reprovado na parte de humanidades. Foi nesse mesmo ano, 1895, que Einstein realizou a sua primeira experiência mental.
(Continue Lendo)


Saiba o que é o Movimento Browniano

26 de maio de 2010

Robert Brown, cujo nome batizou o fenômeno.
Movimento Browniano é o nome do movimento aleatório de partículas macroscópicas num fluido como consequência dos choques das moléculas do fluido nas partículas.
O nome que homenageia o botânico escocês Robert Brown. Em 1827, Brown observou e descreveu esse tipo de movimento irregular executado por pequenos grãos de pólen de flores suspensos em água. Foi uma observação singela e aparentemente trivial mas, com o desenrolar dos acontecimentos, revelou-se de extrema importância, resolvendo uma longa disputa sobre a existência de átomos e moléculas. A partir do relato de Brown, vários trabalhos foram apresentados sobre esse curioso movimento, culminando com um artigo publicado, em 1905, pelo então desconhecido Albert Einstein.

Também pode ser observado quando luz é incidida em lugares muito secos, onde macropartículas "flutuam" em movimentos aleatórios. (Vulgarmente confunde-se com poeira)

Uma metáfora intuitiva para o movimento Browniano

Considere um grande balão de 10 metros de diâmetro. Imagine este balão em um estádio de futebol ou qualquer outra área lotada. O balão é tão grande que ele permanece acima de muitos membros da multidão. Como eles estão excitados, estes fãs acertam o balão em diferentes tempos e em diferentes direções com movimentos completamente aleatórios. No fim, o balão é empurrado em direções aleatórias, então ele não se move na média. Considere agora a força exercida em um certo tempo. Nós podemos ter 20 pessoas empurrando para a direita e 21 para a esquerda, onde cada pessoa está exercendo quantidades de força equivalente. Neste caso, as forças exercidas do lado esquerdo e do lado direito não estão balanceadas, favorecendo o lado esquerdo; o balão deve se mover ligeiramente para a esquerda. Esta desproporção existe o tempo todo, e isso causa o movimento aleatório. Se nós olharmos esta situação de cima, então nós não podemos ver as pessoas, nós vemos o grande balão como um pequeno objeto animado por movimentos erráticos. Agora retornando à partícula de pólen de Brown nadando aleatoriamente na água. Uma molécula de água tem aproximadamente 1 nm, enquanto a partícula de pólen mede aproximadamente 1 µm de diâmetro, 1000 vezes maior que uma molécula de água. Então, a partícula de pólen pode ser considerada como um grande balão sendo empurrado constantemente pelas moléculas de água. O movimento Browniano das partículas em um líquido se deve a desproporcionalidades instantâneas nas forças exercidas pelas pequenas moléculas líquidas na partícula.
 
Durante o século XIX cresceram as evidências da existência dos átomos, porém faltava "vê-los" e pesá-los.
Somente o Movimento Browniano permitiu "ver" os átomos.

A figura ao lado mostra o movimento browniano de uma partícula.

(Fontes: Wikipédia, Editora Moderna e SEARA DA CIÊNCIA)

E não esqueçam, amanhã tem post especial sobre Albert Einstein, o grande gênio do século XX e sobre suas implicações para a Física Moderna.

Ciêntistas dão nó na luz

21 de janeiro de 2010



Amarrando a luz
Cientistas conseguiram pela primeira vez dar um nó na luz. E não um nó em uma fibra óptica ou qualquer meio por onde a luz esteja passando, mas um nó em um feixe livre e puro de luz.
A proeza parece mais notável em razão do senso comum de que a luz sempre viaja em linha reta. De fato é isso o que acontece na maior parte das vezes. Mas frequentemente não significa sempre.
"Em um raio de luz, o fluxo de luz que viaja através do espaço é semelhante ao fluxo da água que flui em um rio. Embora ela frequentemente flua em uma linha reta - saindo de uma lanterna, de uma fonte de laser etc. - a luz também pode fluir em turbilhões e redemoinhos, formando estruturas no espaço chamadas vórtices ópticos," explica o Dr. Mark Dennis.

Movimento retilíneo

27 de novembro de 2009



Mais uma postagem sobre física nesse blog. Não querendo fugir do foco do blog, que é a informação tecnologica, vou postar muita coisa que te sirva ao seu cotidiano e etc, dessa vez vai ser movimento retilínio, então vamos à definição e explicação:


Denomina-se movimento retilíneo, aquele corpo ou um ponto material cuja sua trajetória é em linha reta.
 Vamos aqui falar nos movimentos retilíneos mais comumente estudados: O movimento retilíneo uniforme e o movimento retilíneo uniformemente variado.

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Por que é impossível ultrapassar a velocidade da luz! Parte 02/02

21 de novembro de 2009


No texto anterior, foi tentado mostrar por que os físicos dizem que não dá para ultrapassar a velocidade com que a luz corre no vácuo. Foi dito que era porque a energia tem inércia, inclusive a energia cinética (de movimento). E que essa inércia cresce ilimitadamente quando vamos chegando mais e mais perto da velocidade da luz. Assim, seria necessária uma força infinita, e também energia infinita, para conseguirmos acelerar um objeto até essa velocidade. Mas, no final, dei uma dica para se imaginar outras formas de se ultrapassar a luz.
Um truque maquiavélico é o seguinte.
a)      Imagine agora duas naves espaciais bem velozes. Eu estou em uma delas, você na outra. Sua nave está aqui, no Brasil, e a minha está no Japão, do outro lado do planeta.
b)      Você acelera sua nave até que ela tenha 99% da velocidade da luz (em relação à Terra).
c)      No mesmo instante, eu acelero a minha nave na direção contrária até também 99% da velocidade da luz.
As duas naves vão, então, se afastando velozmente uma da outra, com nosso planetinha bem no meio. As duas na mesma velocidade em relação à Terra.

Por que é impossível ultrapassar a velocidade da luz! Parte 01/02

20 de novembro de 2009

Este post. Inaugura a seção "Saiba mais sobre Física"no Blog Naftalina Tech!, seu que alguém deve estar se perguntando, " o que que tem à ver física com este blog?", eu respondo!, MUITA, a física é fundamental para a tecnologia, e além do mais é um dos meus hobbies, adoro física e vou partilhar com vocês algumas dicas e curiosidades e explicações sobre diversos fatos da física moderna, para não físicos.


Muita gente já deve ter ouvido dizer que a velocidade da luz é um limite intransponível, que ultrapassá-la é uma impossibilidade física. E que isso é uma conseqüência da famosa e misteriosa teoria da relatividade, do também famoso físico Albert Einstein.
Como isso pode ser? Não basta apenas acelerar até ultrapassá-la e pronto? O que acontece se, no futuro, alguém construir uma nave espacial suficientemente poderosa e tentar acelerá-la até sobrepujar a luz? O que o impede de conseguir?
Bem, antes de mais nada, uma correção: o que não é possível é ultrapassar o valor que a velocidade da luz tem no vácuo, que é de cerca de 300 mil kilometros por segundo (isso dá pouco mais de um bilhão de quilômetros por hora). Quando a luz passa por materiais transparentes, como o ar ou o vidro, sua velocidade é menor. Essas velocidades menores podem ser ultrapassadas sem problemas.
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As propriedades fundamentais do universo

4 de outubro de 2009


Física

Se você quisesse descrever o universo como o conhecemos da forma mais básica possível, poderia dizer que ele consiste de várias propriedades. Propriedades com as quais estamos todos tão familiarizados que, na verdade, nunca paramos para pensar nelas. Porém, na relatividade especial, muitas dessas propriedades se comportam de formas bem inesperadas! Vamos revisar as propriedades fundamentais do universo para termos certeza de que entendemos todas direitinho.
Espaço
O espaço é a representação tridimensional de tudo que vemos e de tudo o que acontece. É o espaço que permite que objetos tenham três dimensões: comprimento, largura e altura.

Tempo
O tempo é a quarta dimensão. Na vida normal, o tempo é uma ferramenta que usamos para medir o progresso dos eventos do espaço. Mas ele é um pouco mais do que isso. Sim, nós o usamos como uma "ferramenta", mas o tempo é essencial para nossa existência física. Não é possível separar claramente o espaço e o tempo quando os usamos para descrever eventos. Por isso, o espaço e o tempo estão entrelaçados de maneira simbiótica. Não há sentido nenhum no nosso mundo físico ter um sem o outro. Sendo redundante: sem o espaço, o tempo seria inútil para nós e, sem o tempo, o espaço seria igualmente inútil. Essa dependência mútua é conhecida como o Contínuo Espaço-Tempo. E esse nome indica que qualquer coisa que acontece em nosso universo é um evento com Espaço e Tempo. Na Relatividade Especial, o espaço-tempo não precisa da noção de um componente temporal universal. O componente temporal para eventos visualizados por pessoas se movimentando umas em relação às outras é diferente. Como você vai ver mais adiante, o espaço-tempo é a morte do conceito de simultaneidade



Até o próximo post -> @joao2218
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