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Banda larga já chega a 72% das escolas públicas do país, diz Anatel

24 de julho de 2010

Imagem: Getty Images, CC

Balanço da agência indica que mais 4.206 instituições passaram a contar com internet em alta velocidade no primeiro semestre de 2010.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou um balanço sobre o Programa Banda Larga nas Escolas, que indica que 72% das escolas públicas brasileiras já contam com internet em alta velocidade, em um total de 47.204 estabelecimentos municipais, estaduais e federais localizados em zona urbana.

Segundo a agência, a meta do programa, lançado em 2008, é conectar todas as 64.879 escolas urbanas até o fim deste ano. De acordo com o levantamento, no primeiro semestre de 2010, mais 4.206 delas foram inseridas no programa. Os estados com maior número de instituições que passaram a ter conexão à internet em banda larga foram São Paulo (826), Minas Gerais (746), Maranhão (408) e Bahia (318). Já as unidades da federação com menor número de estabelecimentos beneficiados entre janeiro e junho de 2010 estão todos na região Norte: Roraima (10), Amapá (16) e Acre (17).

De acordo com a Anatel, responsável por fiscalizar a execução do serviço por parte das operadoras de telefonia, o menor número de instituições contempladas na região Norte deve-se à dificuldade de acesso. As empresas atenderam primeiramente as escolas que se encontram em suas áreas de cobertura dos serviços de ADSL. Segundo Heliomar Medeiros, diretor do Departamento de Serviços de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, as companhias deverão investir em infraestrutura para alcançar as escolas que ainda não foram contempladas.

A relação completa das escolas beneficiadas está disponível no site da Anatel e pode ser acessada por unidade da federação e município, clicando aqui.

O Programa Banda Larga nas Escolas é uma parceria dos Ministérios das Comunicações e da Educação, Anatel e operadoras de telefonia. O programa é resultado de uma mudança no Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), que passou a estabelecer obrigações a serem cumpridas pelas concessionárias de telefonia fixa.

Um decreto presidencial de 2008 trocou a obrigação de instalar Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) em áreas urbanas, pelo compromisso de levar aos municípios o chamado backhaul, que é a infraestrutura de rede para conexão em banda larga. A inclusão das escolas não gera ônus para a União. A vigência do programa vai até 2025, com compromisso de ampliação periódica da velocidade de conexão.

[Do IDG Now]

Banda larga em escolas públicas reduz exclusão digital 

Plano de banda larga adota serviços da Telebrás

5 de maio de 2010

O plano de banda larga está cada vez mais próximo de se tornar realidade. Um anúncio recente do governo federal optou por determinar que a Telebrás será a gestora do novo plano que envolve a banda larga no Brasil.
Porém, os serviços da Telebrás serão destinados somente a locais e usuários onde não exista a oferta desse serviço. A empresa também participará da implementação da rede privada para a administraçãio pública federal, além de apoias projetos para a universalização do acesso à banda larga em locais públicos.
Por outro lado, executivos do setor de telefonia afirmaram que as empresas privadas possuem condições de gerenciar o Plano Nacional de Banda Larga, destacando a reativação da Telebrás como desnecessária.
Os gastos previstos ao consumidor para o uso do Plano Nacional estão em torno de R$35,00 ao mês. A implementação pode acontecer até 2014 em grande parte dos municípios brasileiros.
[Lá do Olhar Digital]

Projeto do Google de internet ultrarrápida recebe cerca de 1.100 municípios incritos

2 de abril de 2010

http://www.worldcorrespondents.com/wp-content/uploads/2010/04/google-topeka-600x337.jpg
Welcome to Google, Kansas


Stephanie Rawlings-Blake, prefeita de Baltimore, Maryland, nomeou um empresário da internet local chamado Tom Loveland como "Czar Google" da localidade, cargo que lhe dá competências nos assuntos relacionados à candidatura do município.
 Quem visitar estes dias a cidade americana de Topeka, no estado do Kansas, terá uma surpresa logo após chegar: a localidade se chamará durante um mês "Google, Kansas" e, o mais interessante, não se trata do único município do país que mudará seu nome pelo do conhecido buscador de internet. Esta e outras curiosas iniciativas se popularizaram nos EUA desde que o Google anunciou que construirá uma rede experimental de banda larga ultrarrápida em cerca de cem cidades americanas, um projeto ao qual várias localidades querem ter acesso.
Cerca de 1.100 municípios se inscreveram no concurso e durante os próximos meses, o Google estudará cada uma das solicitações para, no final de ano - não há uma data concreta - anunciar os ganhadores.
Nas cidades escolhidas será instalada uma rede experimental de fibra óptica já conhecida como "Fibra Google" que fornecerá internet a seus cidadãos a uma velocidade de um gigabit por segundo, cem vezes mais rápida que a atual.

[Via: Google Lovers]

IPv6 é ativado no Youtube

2 de fevereiro de 2010

Diretor de provedor da Califórnia notou tráfego 30 vezes maior; mudança é prevista e visa aumenar a capacidade de endereçamento da rede.

o Google ativou o suporte ao IPv6 para o site de vídeo YouTube, e com isso provocou um pico de tráfego IPv6 que foi sentido desde quinta-feira (29/1) até segunda-feira (1/2).

Observadores da indústria disseram que o YouTube aparentemente começou a funcionar com IPv6 em modo de produção, em vez de teste, como ocorre com boa parte dos casos de uso da próxima geração do protocolo da internet.

"Na quinta-feira, perto do meio-dia na Califórnia (18 h em Brasília), notamos uma grande quantidade de tráfego de entrada IPv6, que sabíamos proceder do Google", disse Martin Levy, diretor de estratégias IPv6 do provedor Hurricane Electric. A empresa tem uma das maiores infraestruturas IPv6 do mundo.

"O tráfego IPv6 veio de provedores de todo o mundo quando o Google ligou seu tráfego IPv6 no YouTube", disse Levy. "O IPv6 está sendo suportado por diferentes data centers do Google. Estamos falando de um pico de tráfego da ordem de 30 para 1. Em outras palavras, 30 vezes mais tráfego IPv6 veio dos data centers do Google do que antes."

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