| Foto por Wikimedia Commons |
Cientistas da Nasa equacionaram diversos interesses científicos, o combustível da sonda e as leis da física para conseguir estender viagem por mais sete anos
A Cassini chegou às proximidades de Saturno em 2004 para uma missão de quatro anos, mas seu desempenho foi tão excepcional que a missão foi estendida por mais dois anos.
Naquela época, a sonda fez diversas descobertas e gerou muitos dados científicos e mais de 1.000 estudos acadêmicos. De lá para cá, ela gastou mais de três quartos de seu combustível.
Como os engenheiros do Laboratório de Jato Propulsão da Nasa foram encarregados de estender a missão por mais sete anos, o projeto se tornou uma complicada equação de matemática e de política científica.
Durante os últimos seis anos, os responsáveis pela missão adquiriram tanta prática em traçar a trajetória da Cassini da forma mais eficiente possível que dizem poder prolongar a missão, embora a sonda só tenha 22% do combustível propulsor original em seus tanques.
O jornal disse que os cálculos físicos e geométricos são extremamente complexos porque os engenheiros da missão conseguiram equilibrar vários interesses de pesquisa, a capacidade da Cassini e as leis da física para traçar sete anos de voltas em torno de Saturno e da maior lua do planeta, Titã, para estender a missão.
Depois que a missão começar, em setembro deste ano, a Cassini vai passar 12 vezes por Enceladus, por cinco outras grandes luas, fazer 56 sobrevoos por Titã e realizar 155 órbitas em vários ângulos de Saturno até colidir com o planeta em 2017.
(Fonte: R7)



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