Aos 17 anos, Cássio resolveu montar o seu próprio sistema de water cooler e publicou imagens em um fórum especializado. A partir disso, Cássio começou a receber encomendas de todo o país. “No começo era precário, mas depois as coisas foram melhorando”.
Inicialmente, o empresário usava os instrumentos da oficina do pai para a produção dos sistemas, porém, com o tempo, Cássio conseguiu até comprar um torno. Para se ter idéia, um desse custa cerca de R$ 12 mil. O kit básico para water cooler que ele vende, através da sua empresa, a Pollar Water Cooler, sai por cerca de R$ 399.
Porém, ele não faz tudo isso sozinho. Sua parceira nos negócios é a namorada Emanuelle Santos, 17. Ela é responsável por toda parte burocrática do negócio: empacota encomendas, responde e-mails, cuida da compra de matéria-prima, entre outras funções.
Com o fim da Campus Party e a volta à normalidade em Belo Horizonte, Cássio e Emanuelle ingressarão na faculdade. Ele cursará engenharia mecânica, enquanto sua namorada fará psicologia.
Além disso, o casal já tem até planos para formalizar o relacionamento. “Ele disse pra mim que a gente iria noivar ainda este ano, mas a data vai ser surpresa, quando eu menos esperar”, comentou Emanuelle.
Cássio prospecta que seu empreendimento só crescerá daqui uns 5 ou 6 anos, devido a uma lei inventada pelo ex-engenheiro da Intel, Gordon Moore, conhecida como lei de Moore: “O poder de processamento dos processadores dobram a cada 18 meses”. Logo, “se cresce a capacidade de processamento, aumenta o calor. Aí que entra meu produto”, finalizou o empresário.



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