Neurocientistas criaram um novo jeito de estudar o comportamento do camundongo em um labirinto do famoso jogo
Neurocientistas da Universidade de Princeton criaram uma nova maneira de estudar os neurônios do clássico "rato no labirinto": amarrá-lo a uma bola suspensa e fazê-lo percorrer um labirinto virtual.
Só que o labririnto em questão foi tirado do nível dois do famoso jogo Quake.
O neurocientista David Tank criou essa técnica para conseguir estudar os neurônios individuais no hipocampo, região que controla o movimento, algo que os cientistas ainda não tinham conseguido até agora. O vídeo do experimento foi revelado nesta quarta-feira(14) pelo site PopSci.
Aparentemente, é difícil controlar e estudar os neurônios de um rato quando ele está se mexendo, coisa que esse novo método torna mais fácil.
A bola fica suspensa por um jato de ar e o mouse é preso a uma coleira, como se fosse uma espécie de trackball (mouse em forma de bola) gigante.
Até pouco tempo, era difícil estudar os neurônios de camundongos correndo por um labirinto real. O novo sistema, em que o labirinto se move e o mouse fica parado, é um triunfo.
Até o próximo Post. -> @WebJett



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